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Botadura da HMS Active reforça o programa das fragatas Tipo 31 da Real Marinha britânica

Quatro trabalhadores em coletes amarelos e capacetes em cais com navio militar encostado ao fundo.

Num novo passo do plano de modernização da sua frota de superfície, foi lançada à água a HMS Active, a segunda das novas fragatas Tipo 31 da Real Marinha britânica, assinalando um marco decisivo na consolidação destas unidades. A embarcação foi colocada a flutuar nas instalações de Rosyth através de uma operação complexa conduzida integralmente no estaleiro, evidenciando o reforço das capacidades industriais associadas a este programa ambicioso.

Operação de botadura no estaleiro de Rosyth

O processo de botadura exigiu uma manobra particularmente cuidadosa: o navio foi deslocado a partir do pavilhão de montagem com recurso a um transportador modular autopropulsado. De seguida, a unidade foi posicionada sobre uma barcaça semissubmersível, a partir da qual se executou a operação de flutuação que permitiu ao casco tocar na água pela primeira vez.

Diferenças face à HMS Venturer e vantagens operacionais

Ao contrário do primeiro navio da classe, a HMS Venturer - cuja botadura ocorreu em águas abertas no estuário do Forth antes de ser rebocada de volta para o estaleiro -, no caso da HMS Active optou-se por submergir a barcaça no interior do amplo dique do complexo de Rosyth. Este método permitiu reduzir de forma significativa os prazos, os custos e a complexidade logística que uma operação em mar aberto implica.

Durante toda a manobra, engenheiros da Royal Navy e do organismo Defence Equipment & Support (DE&S) prestaram apoio técnico, assegurando a execução correcta do processo. Importa ainda notar que a utilização deste tipo de barcaças também está a ser aplicada no programa de fragatas Tipo 26, reflectindo uma normalização progressiva de procedimentos na indústria naval britânica.

Próximas etapas das fragatas Tipo 31

Com a botadura concluída, a HMS Active entra agora na fase final de aprestamento, que inclui a instalação de sistemas, a realização de ensaios e a sua posterior incorporação ao serviço. A Real Marinha britânica sublinhou a importância de dispor de unidades de última geração num contexto estratégico cada vez mais exigente.

Créditos das imagens: Real Marinha Britânica.

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